sábado, 30 de julho de 2011

O Aluno do Ensino EAD



As dimensões continentais do território brasileiro, bem como, as características regionais, dificultam sobremaneira o acesso ao ensino presencial, desde o mais básico curso primário até o ensino médio, onde as escolas, além de distantes são precárias em recursos materiais e humanos. Mais difícil ainda de acessar, quando se trata de escolaridade em nível superior e formação profissionalizante.
Nos grandes centros urbanos, outros aspectos de origem socioeconômicos criam dificuldades ainda maiores, mesmo estando geograficamente perto das fontes de ensino presencial.
Cabe aos interessados em efetivamente aprender, buscar sua própria formação cultural e profissional através de meios que lhes sejam viáveis e factíveis, tanto em recursos, condições, exigências e periodicidades, quanto em conteúdo adequado a sua realidade e facilitado à sua percepção, principalmente se a busca estiver vinculada a capacitação e evolução em plano de carreira.
O ensino a distância (EaD), agora com a internet proliferada aos mais distantes rincões como ferramenta facilitadora, em conjunto com tantas outras mídias, reduz com eficácia as dificuldades de acesso ao ensino, dependendo única e exclusivamente do interesse e persistência de quem queira de fato aprender.
No EaD não há chance para a passividade; ou o aluno vai atrás da informação, aprende a aprender ou não avança no aprendizado. É sabido que aprendizagem “ativa” (em que o aluno pesquisa, lê, escreve, busca, faz exercícios, questiona e responde) é superior à “passiva” (o aluno apenas ouve e olha para o professor).
O aluno do EaD é por natureza do aprendizado uma pessoa mais disciplinada, comprometido com os seus princípios e dotada de valores intransigentes de auto-ajuda em conformidade com suas metas de vida e sonhos, cujo objetivo primordial é o autoditadismo, junto com uma imbatível vontade de vencer na vida.

“A última grande descoberta da tecnologia moderna é o ser humano.”

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